Relato da memória 1 maio, 2009
Posted by Alysson Amorim in Fragmentos.trackback
A camisa foi branca um dia; os dedos puxando as cordas do instrumento davam a impressão de estarem eternamente programados. Ele, que outrora vibrou com o som do vento no pano das bandeiras que jurou encontrar em cada curva um prazer novo e inominado, não saberia dizer agora onde sua esperança diferia da de um primata que guincha ao divisar o ovo no píncaro do verde. Dedilhava acompanhando com os olhos o espetáculo mimético dos dedos. Estava visivelmente constrangido com minha presença fantasmagórica, como estaria um rio fenecendo que retornasse na pena do pássaro para assistir o regurgitar de suas águas primevas.
Mas o antes visitava o depois, ou vice-versa? A lembrança que é o que éramos querendo permanecer no que seremos… Doces mistérios apavorantes.
Parece que há mais vida nos projetos dos que tem vestes brancas, do que na realidade dos que perderam a brancura na primeira tentativa de concretizá-los. Não sei o que é pior: a ilusão, ou a frustração.
que p.o.r.r.a. é essa
Oh W. Já ouviu falar em piada interna? Todo texto literário é uma piada interna.
gostei muito desse texto as idéias q ele espressa ao leitor saõ muito bom!
eu não entendi ?:?
eu não entendi nada
Me ajudou muito !!! Obrigado !!!!